No Dia do Agente Comunitário de Saúde, celebrado em 4 de outubro, a história desses profissionais reforça que cuidar da saúde vai muito além do atendimento médico. É acompanhar, orientar, identificar riscos e também garantir condições adequadas para que as pessoas possam viver com mais saúde.
Antes de chegar à unidade de saúde, a prevenção acontece nas casas, nas ruas e no cotidiano das comunidades. É nesse território que agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias e profissionais de saneamento atuam de diferentes formas, mas com um mesmo propósito: cuidar das pessoas.
Segundo a empresa Águas do Piauí, em todo o Piauí e em Timon (MA), os profissionais das Águas de Timon, Águas de Teresina e Águas do Piauí atuam em diferentes territórios e ajudam a mostrar, na prática, como água tratada, coleta e tratamento de esgoto e condições adequadas do ambiente fazem parte de uma rede de proteção à saúde: “Nosso trabalho ajuda a evitar contaminações, doenças e a manter um ambiente seguro em cada residência“, explica o agente de saneamento, José da Silva.
A prevenção é justamente um dos pilares do trabalho dos agentes comunitários. Ao acompanhar de perto as famílias, esses profissionais orientam sobre cuidados de saúde, identificam situações de risco e ajudam a evitar que problemas simples evoluam para doenças: “Quando eu faço um bom trabalho de prevenção e dou uma boa assistência às pessoas, evito que elas adoeçam com frequência. Quando uma água é bem tratada, evita que essas pessoas cheguem até a UBS procurando por serviço médico”, comenta o agente comunitário de saúde Samuel Teles de Sousa.
Essa relação fica ainda mais evidente no trabalho dos Agentes de Combate às Endemias, que percorrem as comunidades em busca de situações que possam favorecer a proliferação de vetores e o surgimento de doenças.
Para a agente de endemias Ana Lima, a falta de saneamento pode criar condições que dificultam esse trabalho. “As pessoas que não têm acesso à questão do esgoto e saneamento podem trazer risco para o meu trabalho, porque as águas são lançadas em via pública e podem acumular através do mato, de um plástico, de um copo descartável, de uma tampa de refrigerante, e isso pode contribuir para o desenvolvimento do mosquito da dengue”, relata.
*Com informações da Ascom Águas do Piauí






