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Preso por pornografia infantil em União consegue liberdade provisória

Por Redação Publicado em

Um homem identificado como Antônio Carlos Carvalho  preso em flagrante na terça-feira (16) suspeito de pornografia infantil, por armazenar imagens com crianças e adolescentes em contextos sexuais, e de enviar fotos íntimas dele para criança, conseguiu a liberdade provisória durante audiência de custódia em Teresina. Entre os casos em que o homem é investigado está o em que um pai de uma menina de 11 anos trocou mensagens com o suspeito e levou a Polícia até o local de trabalho dele, onde o mesmo foi preso.

De acordo com o que apurou o Portal de Notícias GP1, o juiz do caso atendeu ao pedido de liberdade provisória feito pela defesa estabelecendo medidas cautelares como o comparecimento a todos os próximos chamados da Justiça, proibição de mudar de Município ou da Comarca sem autorização e a proibição de se aproximar da vítima a uma distância mínima de 200 metros.

Ao conceder o beneficio da liberdade provisória, o magistrado considerou o fato do acusado ser réu primário, não responder a nenhum outro processo, possuir endereço e emprego fixo. A Audiência de Custódia aconteceu na quarta-feira, 17, e a Certidão da Decisão foi expedida na manhã desta quinta-feira, 18, para cumprimento.

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Antônio Carlos foi preso em União na tarde da última terça-feira, 16, suspeito de Pornografia Infantil e Pedofilia. Segundo a Polícia Militar que realizou a prisão, no celular do suspeito havia várias conversas de cunho sexual com crianças, além de fotos e videos pornográficos. Ele foi preso suspeito de crimes contra a dignidade sexual – Corrupção de Menores e Satisfação de Lascívia mediante presença de criança ou adolescente.

Para a imprensa, o pai de uma criança contou que ao perceber  uma mensagem de um contato diferente no celular da filha de 11 anos, começou a se passar pela criança. Ele disse durante três dias conversou com o homem até ir em frente ao local de trabalho, mandar mensagem e confirmar quem estava do outro lado respondendo. Segundo o pai, as mensagens tinham teor íntimo,  perguntas como a que procurava saber se a criança já praticava relações sexuais.

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