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CAPS de União está sem alguns medicamentos há meses

Usuários de medicamentos distribuídos pelo Centro de Atenção Psicossocial -CAPS, de União, estão há meses sem receber a medicação completa. Quem toma mais de um medicamento, às vezes, recebe metade ou nenhum e os usuários ou parentes precisam estar indo ao local, rotineiramente, para se informarem se os medicamentos já estão à disposição.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o motivo da falta de medicamentos para todos é o aumento na demanda, mas que deverá normalizar a partir de maio. “As compras de psicotrópicos está acontecendo mensalmente, porém a demanda de usurários aumentou muito. A coordenação do CAPS realizou levantamento do quantitativo mensal para suprir abastecimento da farmácia do CAPS ( para atender zona rural e urbana ). E nesse mês de maio o pedido já irá acontecer baseado nesse levantamento, para o fornecimento mensal de psicotrópicos pactuados”, explicou a Secretária Elaine Melo.

“Moro no interior e a moça disse pra eu ficar indo lá. Eu não posso tá todo dia em União pra saber se tem remédio ou não tem. Acharia melhor fazer a coisa certa pra gente não ficar dando viagem perdida, gastando dinheiro sem ter. Além desses que era pra mim receber do CAPS, eu ainda compro mais nas farmácias. Ai fica uma coisa grande e a gente sem dinheiro”, relata uma paciente que faz uso de três medicamentos e há meses não recebe nenhum. Ela conta que nesta quarta-feira, 28, não havia médico no CAPS para emitir receita e nenhuma farmácia vendeu o medicamento sem a prescrição do profissional.

Um internauta do Clique União relatou que cuida do irmão que é epiléptico, toma sete medicamentos do CAPS e, desde dezembro, não recebe a medicação completa. “Esse mês não recebi o cabamazepina, já recebi só o haldoo e ácido valproico, e meu irmão toma 7 tipo de medicação uma a já gente compra que já é muito cara, e tem alguns que nem receber estão recebendo a medicação porque não tem, aí agente quer uma resposta se vai vim todas as medicações como antes“, questiona.

As pessoas ouvidas na matéria pedem anonimato

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