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Ex-prefeito Zé Barros é incluso na Lei da Ficha Limpa e está inelegível por 08 anos

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Nesta segunda-feira,14, o ex-prefeito de União, Zé Barros, falou sobre a decisão do TRF que o torna inelegível por oito anos. Ele disse que a decisão não foi publicada, portanto, não há nada oficial, e que, caso a decisão seja publicada, irá recorrer em todas as instâncias.

Zé Barros disse que a movimentação feita foi necessária para manter as contas em dia em um período de crise mundial e só assim foi possível fazer os investimentos constitucionais. “Para que a gente não tivesse salários atrasados, para manter a economia do município andando é que fizemos esta movimentação. Está demonstrado que não houve prejuízo ao erário, pois, as contas foram aprovadas pelo TCE. Fica ainda mais caracterizado quanto nós investimos 34% ao invés de 25% que é o percentual que a lei manda. Estamos respondendo esse processo exclusivamente por conta desta movimentação. Não é processo por desvio de dinheiro, porque tenha roubado ou deixado alguém roubar”, explicou o ex-prefeito.

Atualizada em 15.10.2019 as 10:21

Aconteceu, na tarde de ontem (08), o julgamento do ex-prefeito de União, José Barros Sobrinho, que havia sido condenado a 07 meses de detenção pela prática do crime de desvio ou aplicação indevida de recursos públicos. O Tribunal Regional Federal negou, por unanimidade, o pedido de recurso de Zé Barros.

As informações trazidas pelo site GP1 confirmam a sentença de 1º Grau, aprovada pelo Colegiado da Terceira Turma do TRF; com isso, o ex-prefeito é incluso na Lei da Ficha Limpa e está inelegível por 08 anos.

Ele havia sido condenado no ano de 2017 pela transferência de R$2.321.688,90 da conta do FUNDEB para a conta livre de movimentação do município, entre janeiro de 2010 a agosto de 2011. Além de gastar R$67.050,00 com assessoria jurídica e contábil, despesas que não se caracterizam como sendo de manutenção e desenvolvimento do ensino. A Controladoria Geral da União apurou, ainda, um prejuízo de R$327.630,40.

O GP1 conversou com Zé Barros e este disse que “a condenação foi por uma movimentação financeira indevida e que ficou comprovada nos autos que a Prefeitura atendeu os índices constitucionais de gastos de 60% com professor e de 25% com a educação”.

A TV Clique No Ar colheu informações com o Zé Barros, e ele disse que vai recorrer da decisão, mas no momento não vai se pronunciar sobre o assunto porque ainda está conversando com os advogados. Ele disse que o resultado do processo saiu ontem à noite.

Fonte: GP1

Imagem: Internet

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