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SSPU emite nota sobre cancelamento da contribuição mensal pela PMU

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A seguir, a nota expedida pelo Sindicato dos Servidores Públicos de União:

“CONTRIBUIÇÃO SINDICAL MENSAL VOLUNTÁRIA: Prefeitura de União retira da folha de pagamento a contribuição mensal voluntária dos servidores públicos municipais de União (SSPU).

O ato foi feito na folha de Março de 2019, sem nenhuma notificação prévia ao sindicato. Uma medida em desacordo com a Lei Municipal de n° 691/2016, aprovada em fevereiro de 2017 que garante a obrigatoriedade do desconto em folha, devidos ao sindicato, desde que devidamente autorizados pelos servidores.

É importante ressaltar que o SSPU desempenha importante papel social aos servidores e a comunidade unionense de uma forma geral. Fundado em 1993, com 25 anos de atuação, além de realizar suas atividades estatutárias, atua em todos os conselhos municipais, fazendo fiscalização, denúncias, exigindo a correta utilização dos recursos públicos e a prestação eficiente dos serviços à comunidade. Durante estes anos, já sofremos retaliações, perseguições, assédio moral, medidas que tentaram intimidar e destruir as lideranças sindicais e a instituição. Fato igual, realizado pelo o atual gestor, aconteceu em maio de 2012, pelo prefeito José Barros, período que passamos 8 meses sem recursos financeiros. Conseguimos reverter a situação e sair mais fortalecidos, inaugurando em novembro de 2017 o mais bonito e equipado prédio Institucional do município. Desta vez, não será diferente, pois contamos com o apoio de 939 sócios, filiados voluntariamente, também acreditamos que contamos com o apoio de boa parte da população que reconhece a atuação dos membros do SSPU.

Vários questionamentos ficam no ar, qual será o real motivo da retirada do desconto? Por que será que o prefeito não notificou o sindicato, previamente?
Não sabemos responder, o que podemos afirmar é que o sindicato vem denunciando diariamente, através de seus diretores e conselheiros, a precária situação que se encontra o hospital José da Rocha Furtado, a fragilidade das equipes de atenção básica ( falta de médico, funcionários, estrutura física inadequada, materiais básicos: seringa, medicação, luvas, gases….), fechamento de postos de saúde, interdição dos gabinetes odontológicos pelo CRO, falta de vacinas, fechamento de escolas, ausência de merenda, superlotação de transporte escolar, a precariedade das estruturas das escolas, falta de professores e de pessoal administrativo, contratação irregulares, roubos constantes nas escolas, assédio moral, atrasos nos repasses dos recursos da previdência, falta de transparência nos atos, permutas irregulares, além das demais pautas descumpridas pelo gestor. Já são mais de 500 ações judiciais contra o município, inúmeras denúncias ao TCE, TCU, à Câmara Municipal, ao FNDE e a promotoria do município.
Se a intenção é barrar, atrapalhar, dificultar o nosso trabalho, a história de resistência dos nossos filiados, da nossa diretoria e desta presidente demonstram que Juntos Somos Mais e bem mais, porque estamos permanecendo e os gestores arrumando suas malas e respondendo por seus crimes.

Não vão nos calar. A luta continua.”

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